Publicado por Bibi em 3 Janeiro, 2009
Comecei com uma brincadeira. Liguei para um conhecido e disse que sabia de tudo. Ele perguntou como eu sabia, respondi que não era de sua conta e que sabia de tudo. Então o homem insistiu para eu não espalhar, eu respondi que ia pensar, ele ficou assustado, com medo e implorou para eu não espalhar. Concordei.
Continuei ligando para outras pessoas. A reação das pessoas mudava: uns ficavam perguntando como eu sabia, outros ficavam agressivos.
Um dia liguei para um inocente. Eu disse que sabia de tudo. Ele perguntou do que eu sabia. Eu falei para ele para não bancar o inocente e que ia espalhar, ele falou que era mentira. Perguntei como ele sabia o que eu ia espalhar e ele respondeu que qualquer coisa que eu espalhasse seria mentira. Insisti que ia espalhar e desliguei.
Logo em seguida alguem me ligou. Era um homem. Ele disse que pensando bem, não queria que eu espalhasse, então eu perguntei o que. Ele disse que eu sabia e desligou.
Volta e meia, eu ouvia vozes perguntando se eu havia espalhado, eu respondi que não. Ele agradecia. Um dia um amigo me ofereceu um emprego de salário muito alto. Eu perguntei porque ele havia oferecido a mim, respondeu que era porque eu era de muita confiança e que era um cargo de muita responsabilidade. Continuei ouvindo mais vezes.
Resolvi fugir para um lugar remoto. Meus amigos estranharam e resolveram investigar.
Alguns dias depois me encontraram na praia. Os carros começaram a cercar a minha casa. Os vizinhos contam que só ouviam eu gritando que era brincadeira, várias vezes. No dia seguinte o vizinho não parava de se queixar ” Coitado, morreu porque sabia demais”.
** Baseado na crônica Brincadeira** P.S. Reescrito em 1ª pessoa, em discurso indireto.
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Publicado por Bibi em 25 Outubro, 2008
** Baseado em uma cronica que li na aula de Español
Hace sol vamos a la secar la ropa!
-Despertáte, despertáte! – grita la madre – Hace sol! Hace mucho sol, vamos a la secar la ropa!
-Qué, qué? De verdad?
- Sí, sí! Corré, corré! Traé la placha y el tendedero. Voy a buscar las ropas.
Sería posible lo que hace oyendo? De verdad estaba teniendo lugar esta conversación en aquel parquecito, al final de aquella gran avenida?
La hija lleva las canastas con ropas mojadas. Con la rapidez que da la familiaridad, pronto algunas canastas llenas de ropas mojadas, pronto, una mano planchando las ropas; pronto, unas manos colgando las ropas en el tendedero.
Ahora las ropas están secas.
La situación fue resulta al aprovechan el dia de sol para secar la ropa
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Publicado por Bibi em 23 Outubro, 2008
O filho ganhou um pião do pai que lembrou como ficou feliz quando ganhou seu primeiro pião de seu pai. O filho falou “Legal” e logo perguntou:
- Isso é uma escultura de pêra?
-Não! Isso é um pião!
-Ah! Uma escultura de pêra se chama peão! E eu achando que peão era uma peça de xadrez!
-Filho, peão é uma peça de xadrez.
-Ah!
- Entendeu agora?
-Sim. Peão tem mais de um significado!
- Pelo amor de Deus! Isso é um pião, mas se escreve com “i”.
- Ah! É um “pião”! E como é que se usa?
- Filho, para usar um pião, você enrola uma cordinha no pião, que vem no pacote, e solta, assim ele começa a girar.
- Ah! Que nem os que vêm nos salgadinhos, só que nesse tem cordinha.
- É, mas o dos salgadinhos é sem graça! Até que enfim você entendeu!
- Pai!
O pai pensou “Ai meu Deus” e disse:
- O que filho?
- Porque você não me deu as instruções? É bem mais fácil!
- Porque não tem.
- Mas por quê?
- Porque…- ele pensou que ia dar o maior trabalho para explicar e disse:
- Deixa pra lá.
Depois de um tempo, o pai encontrou o menino na frente da tevê, com o pião novo ao lado, mexendo nos controles do videogame. Algo chamado “Monster Top” (pião monstro). O pai pensou: “Na próxima vez vou dar um carrinho…” Ele olhou novamente para o menino e continuou pensando: “Pensando bem, um videogame com carrinho”.
Baseada na crônica Bola, de Luís Fernando Veríssimo
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Publicado por Bibi em 19 Julho, 2008

Tradução:
Era uma vez uma menina
chamada Beatriz
as vezes desenhava e escrevia relacha-
do as vezes muito capri-
chado
as vezes queria brincar com
as pessoas as vezes queria
brincar sozinha
Era uma menina muito gentil
que falava bom dia e boa tarde
e tinha um porteiro muito
amigo dela
Essa menina queria ser amiga
das outras pessoas
vai fazer 7 anos e é
muito esperta
Fim
(Mar/2005)
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